Já está circulando nas comunidades do interior de Santa Rosa mais uma edição do J.I Rural. Caso não tenha conseguido conferir ainda, aí vai uma mostra da entrevista com o administrador da Unidade de Cooperativismo da Emater/RS-Ascar sobre a relação entre juventude e cooperativismo.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Colheita de Trigo
Depois de alguns dias chuvosos, o clima mais favorável
permitiu que a colheita do trigo avançasse significativamente em Santa Rosa. No
último final de semana e no feriado, o cenário era de máquinas a campo em
grande parte das lavouras. Com a chuva entre o final da tarde desta terça-feira
e a manhã desta quarta-feira, sendo registrado um acumulado de 75 milímetros em
algumas comunidades, muitos produtores estão aguardando para finalizar a
colheita das culturas de inverno e implantar as de verão, principalmente a
soja.
Segundo levantamento da Emater/RS-Ascar, foram cultivados
aproximadamente 212 mil hectares de trigo e devem ser implantados em torno de
725 mil hectares de soja, nos 45 municípios da Fronteira Noroeste e das
Missões.
Confira alguns registros da colheita de trigo, feitos pela
aluna-repórter Kelly Riske e por seu irmão, Douglas Riske:
Com informações da Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar / Deise Froelich
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
CooperInfo Rural participa do Seminário “Juventude Rural em Desenvolvimento”
Associados da Cooperativa
Rural de Alunos-Repórteres (CooperInfo Rural) e um grupo de estudantes e
professores da Escola Estadual de Ensino Médio Jose Alfredo Nedel teve a
oportunidade de participar do Seminário “Juventude Rural em Desenvolvimento”,
nas dependências da Setrem, em Três de Maio, neste dia 05 de outubro. Perspectivas
para o desenvolvimento rural foram discutidas por entidades e jovens de
diferentes pontos da região.
No evento realizado pela
Setrem e pela Gipers foram abordados assuntos como as
políticas públicas e sua construção para a juventude rural, ações do movimento
estudantil, ações sindicais, relatos de experiências de jovens do campo da Casa
Familiar Rural de Santo Cristo, da Cooperinfo Rural e de ações de jovens com
certificação orgânica.
Posteriormente foi realizado um debate sobre os
assuntos das apresentações e, de modo especial, em relação à permanência dos
jovens no campo, o problema do êxodo rural e a falta de sucessão familiar.
Segundo o engenheiro agrônomo do Escritório
Regional da Emater/RS-Ascar, Gilmar Francisco, o evento buscou provocar com
jovens da região um debate sobre os rumos da agricultura, especialmente em
relação à sucessão familiar. “Existe uma preocupação das entidades muito grande
em relação ao esvaziamento do meio rural, porque isso ameaça a sucessão, ameaça
a sobrevivência da agricultura familiar. É preciso incentivo da família, possibilidades
de geração de renda, assim como politicas públicas que promovam lazer, acesso à
internet, satisfação no trabalho, oportunidades em diferentes atividades tanto
agrícola como em outras oportunidades como turismo, artesanato, agroindústria,
prestação de serviços. À medida que a sociedade e o Poder Público possa
oferecer oportunidades pode-se despertar o sentimento de valorização da
profissão agricultor. Não podemos ficar parados, precisamos aproveitar espaços
como o Seminário para propor e construir estratégias, com a participação dos
jovens. A própria Cooperinfo também é uma oportunidade importante para discutir
alternativas”, destacou.
Já a representante do Sicredi Karen Nickel também
destacou a importância do estímulo dos pais para a permanência do jovem, com
diálogo e remuneração, bem como a importância da promoção de espaços de
discussão, construção de políticas públicas e engajamento de entidades como
sindicatos, cooperativas e universidades nestas estratégias.
O evento contou com o apoio de diversas entidades,
entre elas, Lactalis, Sicredi, APL Leite, Território da Cidadania Fronteira
Noroeste, Associação Regional dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Santa
Rosa, INPLAN e Emater/RS-Ascar.
Por alunas repórteres Carolina Schleger, Fabiane Arndt e Marieli Ramos
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Mancha Foliar no Trigo
Causas e Cuidados
Por aluno-repórter Mateus Friske
O trigo ocupa aproximadamente 11
mil hectares no município de Santa Rosa, sendo considerado uma das principais
culturas de inverno da região. Um dos aspectos que merece atenção dos
produtores é o aparecimento de manchas foliares. Para saber mais sobre o
assunto buscamos informações com o técnico agrícola do Dinon, Anderson Fischer.
- Como ocorre a mancha foliar ?
Ocorre a instalação de um fungo
necrótico, com capacidade de sobreviver em restos culturais, formando
estruturas de reprodução sexuada, que são os pseudotécidos que liberam ascosporosos
que são responsáveis pela infecção primária.
- Em qual parte ocorre a mancha
foliar?
Ocorre em ambas as superfícies
das folhas.
- Qual manejo é mais indicado
para o controle da mancha foliar?
Deve-se usar sementes sadias,
limpas e adequadamente tratadas. Também eliminar as plantas voluntárias e,
quando necessário, usar fungicidas que possuem efeito sobre esse fungo.
- Qual o dano que ocorre na
planta?
Os sintomas começam com pequenas
lesões marrom-douradas, que se expandem e tornam-se lenticulares, atingindo até
12mm de comprimento. Frequentemente aparecem rodeadas por bordos amarelos. À
medida que as lesões crescem, coalescem, tornando-se de uma cor marrom escuro no centro, devido às
massas de cinidióforos e conídios do fungo.
- Pode ocorrer quebra de
produtividade?
A doença ocorre com alta
severidade principalmente em cultivares suscetíveis, podendo as perdas serem
superiores a 80%.
- Qual a época que ocorre a
mancha foliar? E qual o clima que mais favorece o seu desenvolvimento?
Ocorre geralmente no
perfilhamento do trigo, podendo se estender até o emborrachamento. A temperatura
deve ser igual ou superior a 18ºC, com período de molhamento de pelo menos 15
horas, entretanto, a temperatura entre 20 e 28ºC é mais favorável ao
desenvolvimento da doença.
sábado, 10 de setembro de 2016
Associados comemoram com familiares e parceiros o terceiro ano da CooperInfo Rural
Os
três anos de fundação da Coooperativa Rural de Alunos-Repórteres (CooperInfo
Rural) foram comemorados em um ato singelo,
marcado pela emoção e por laços solidários, no último dia 08 de
setembro, nas dependências da Escola Estadual de Ensino Médio José Alfredo
Nedel, na Vila Sete de Setembro. Estiveram reunidos na confraternização, a
diretoria e parte dos associados da cooperativa, patrocinadores, diretora Reni
Riffel, jornalista da Emater/RS-Ascar Deise Froelich e professora do Instituto
Estadual Visconde de Cairu Maritê de Oliveira.
Para comemorar o terceiro
aniversário da cooperativa de alunos repórteres , em um primeiro momento, a
presidente Samara Friske, acompanhada da vice-presidente Luana Carlson,
contou a história e algumas conquistas da cooperativa. Em sua fala também
agradeceu aos apoiadores que ajudaram a cooperativa, como a Emater, o Cairu e
a Setrem, patrocinadores, escola, familiares e aqueles que apoiam os
alunos-repórteres em todas as assembleias.
Em
seguida foi compartilhado o bolo de aniversário e o lanche solidário assim
como houve oportunidade de trocas de ideias e confraternização entre os
participantes.
A
proposta da CooperInfo Rural é estimular a juventude rural e divulgar as
potencialidades e políticas públicas que podem contribuir com a realidade
local. No início foram oportunidades oficinas de comunicação e cooperativismo
que culminaram na criação de um blog e de um jornal rural.
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Com
informações da aluna-repórter Marieli Ramos
sábado, 3 de setembro de 2016
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