quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Dia 3 de Dezembro ficará pra história da CooperInfo Rural!

Associadas da CooperInfo Rural tiveram a oportunidade de conhecer a equipe da RBS TV e Revista Cone de Santa Rosa.
Uma experiência jamais esquecida por todos, com certeza foram momentos muito especiais conhecendo aqueles que são a nossa inspiração no trabalho de jornalismo.
A nossa gratidão a vocês que nos
 receberam tão bem.


                                      
                       



Texto: Aluna-Repórter Patrícia Bullert

A cultura do trigo

Nos 45 municípios de abrangência da Emater/RS-Ascar, na região administrativa de Santa Rosa, foram cultivados muitos hectares de trigo. O agricultor Décio Geraldo Schleger, residente na Linha Sete Sul, também investiu na plantação de trigo.  

‘‘Mesmo a cultura do trigo sendo muito ameaçada pelo fator climático, sua produtividade ou rendimento se atribui a vários fatores, ao nível de tecnologia implantada na lavoura, isso inclui a escolha das áreas, correção de solo, adubação de base e de cobertura, o uso de sementes de boa qualidade e variedade adequada á região”, afirmou.

Além disso, Décio lembra que um bom tratamento de sementes e trato cultural mais cedo, ou seja, preventivo, como a aplicação de fungicida, 60 dias após o plantio com intervalos de 19 a 21 dias entre elas, totalizando 3 a 4 aplicações dependendo da cultivar também é importante.
Controlar lagartas é outra medida adotada, e observar a presença de pulgões quando a planta estiver na faze de espigamento. “Com esses cuidados e o clima favorável, teremos uma melhor produtividade e  qualidade do trigo’’, destaca.
                                                                                              
        

Por aluna-repórter Fabiane Arndt e fotografia Paula Friske       

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Alegria e confraternização no Sol a Sol

Alunos da 4º, 5º, 8º série e Ensino Médio da escola José Alfredo Nedel e estudantes de outras escolas rurais e agricultores tiveram a oportunidade de confraternizar nos Jogos Rurais Sol a Sol, na localidade de Esquina Central, no último dia 14/11.

Os alunos tiveram a oportunidade de participar dos jogos. Entre as modalidades disputadas estão o futebol, vôlei, chute no pneu, cabo de guerra, debulha de milho, chute ao pênalti entre outras. Após o almoço foram escolhidos os representantes da Garota e Garoto dos Jogos Rurais. O júri foi formado por representantes da EMATER/RS-ASCAR, dos patrocinadores do evento e da comunidade.

Foi escolhido Garoto Sol a Sol Lucas Eduardo Schroder e recebeu a faixa de Garota Sol a Sol Tabita Borchate. No evento havia em torno de 300 pessoas.








Reportagem por aluna-repórter Marieli Taís Ramos e Fotos por Mariana Stiegelmeyer 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Piscicultura como alternativa de renda

Na linha Cascata Norte, interior do município de Santa Rosa, a piscicultura é alternativa de renda em uma pequena propriedade. O agricultor Adelar da Silva começou comprando pequenos alevinos na 19ª Fenasoja, no ano de 2012. O seu objetivo era criar mais uma fonte de renda para a família.
Durante um ano e dez meses, o Sr. Adelar cuidou de seus peixes - entre eles carpa, tilápia, cabeça-grande - tratando-os diariamente.
Próximo à Semana Santa, no ano de 2014 , seu Adelar resolveu abrir seu açude e se surpreendeu com o tamanho dos peixes. Havia peixes de 12,5 kg. Foram retirados 800kg de peixes ao todo .
O lucro dos peixes foi usado pelo agricultor para restaurar seu açude fazendo grandes melhorias.
Com parte do lucro, o agricultor contratou uma máquina que fizesse o serviço, com a duração de 14 horas.



Aluna-repórter Thamiris Duarte

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Atividade leiteira, uma interessante alternativa de renda



A atividade leiteira tem sido base da renda de muitos agricultores familiares da região. Algumas pessoas tem investido nela como uma interessante oportunidade.
O proprietário João Luiz Traezel mesmo morando na cidade de Santa Rosa, tem sua granja leiteira na Barra do Bonito. Segundo ele, consegue associar sua vida pessoal e sua vida profissional, sem muitas dificuldades.
As vacas presentes na propriedade do senhor João Luiz Traezel apresentam potencial para elevadas produções leiteiras. No momento em torno de 30 vacas são ordenhadas diariamente pelos funcionários.
Na hora de ordenha, há um cuidado especial com a higienização. É feita a limpeza dos materiais e passa-se um desinfetante nos tetos de todas as vacas para depois ordenhar.
O produtor conta que são produzidos em média de 500 litros de leite por dia.




                                                                          POR ALUNA-REPÓRTER MARIELI TAÍS RAMOS

sábado, 13 de setembro de 2014

O que é cooperativismo



No Brasil, cooperativa é uma sociedade de, pelo menos, vinte pessoas físicas, unidas pela cooperação e ajuda mútua, gerida de forma democrática e participativa, com objetivos econômicos e sociais comuns, cujos aspectos legais e doutrinários são distintos de outras sociedades.
Conforme a tecnóloga em alimentos da Unidade Regional de Cooperativismo da Emater/RS-Ascar  Eliane Denise Schmidt,  atualmente as regiões Noroeste e Missões tem em torno de 45 cooperativas voltadas à agricultura familiar, tendo como os princípios básicos do cooperativismo: adesão voluntária e livre; gestão democrática (um membro, um voto); participação econômica dos membros; autonomia e independência; educação, formação e informação; intercooperação e interesse pela comunidade.
Eliane ressalta também a importância do desenvolvimento local, pois os recursos financeiros acabam ficando na própria comunidade. A preocupação com o desenvolvimento social desses locais é permanente e, por consequência, melhora a qualidade de vida das comunidades. “O cooperativismo é uma escola e procura cultuar as decisões democráticas nas comunidades onde atuam”, ressalta a tecnóloga em alimentos.

A equipe multidisciplinar da Unidade de Cooperativismo da Emater/ RS- Ascar apoia o cooperativismo através de assessoria junto às cooperativas no que tange gestão, produção e mercado. As etapas do trabalho envolvem a sensibilização e adesão informada da cooperativa, o diagnóstico e o desenvolvimento e pactuação do plano de aprimoramento e, posteriormente, acompanhamento da implantação do plano em conjunto com os escritórios municipais da Emater/RS-Ascar, onde as cooperativas tem as suas sedes.
Por aluna-repórter Bruna Gunther

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

MASTITE



No dia a dia em uma propriedade leiteira podem ocorrer varias doenças através do manejo e também pelo ambiente, que podem afetar a qualidade do leite.
Assim a mastite é uma delas. Mas o que é Mastite?

Mastite é uma inflamação da glândula mamaria, podendo apresentar alteração no leite e no ubre, ou não.

Contudo muitos se perguntam por que não se pode misturar o leite, qual apresenta a mastite, no leite normal. Segundo a Veterinária Daniele Maria Hartmann de 28 anos: “Pois o leite apresenta uma alteração em seu aspecto e não é um leite puro para ser consumido.” Além disso, aumenta o CCS (concentração de células somáticas presentes no ubre da vaca) desvalorizando o preço do leite, pois o CCS quanto maior, menor será a qualidade do leite neste setor.

Assim a mastite não tem um período exato para ocorrer. Ela pode aparecer em qualquer estação do ano, contudo no verão acontecem as mastites mais violentas pelo fato das bactérias causadoras da doença reproduzirem-se mais rapidamente por causa do calor.

Mas geralmente ela aparece pós-parto, pois o animal tem a imunidade desequilibrada e apresenta grande produtividade de leite.

Desta forma a doença apresenta os seguintes sintomas: causa descamação do ubre (saindo pedaços no leite), pode provocar inchaço no ubre, dor, alteração do aspecto normal do leite (fisiológico) e em alguns casos mais graves falta de apetite e febre.

Mas como o animal adquiriu a doença? E o que posso fazer para evitá-la?

Primeiramente o animal pode adquiri-la através do ambiente, pelo manejo inadequado na ordenha e via contagiosa, passando de um animal para o outro.

E para preveni-la é preciso um bom manejo na hora da ordenha, usando o pré e pós-dipe, antes de colocar a teteira no animal tirar três jatos de leite de cada teto em uma caneca de fundo preto de preferência, as instalações e equipamentos higienizados, ter um horário definido para a ordenha e manter as vacas sadias.

E caso mesmo tendo feito a prevenção e ter a suspeita de haver mastite, ela pode ser confirmada com a caneca de fundo preto, quando esta for clínica, apresentando algumas borras na rede e por meio do teste da raquete, quais é possível detectar a mastite subsclínica que não é visível na caneca.

Se assim for confirmada a existência da doença deve-se tratá-la com antibióticos e anti-inflamatórios específicos para a mastite presente. Contudo não for tratada a tempo pode levar à morte ou à perda de um teto ou uma parte do ubre. Obs: em vacas que irão secas é sugerido colocar bisnagas para a mastite neste período para prevenir a doença e deve-se prestar a atenção no período de carência do antibiótico no leite, pois não e permitido a presença de antibióticos no leite à venda. Assim a mastite também traz prejuízos financeiros.


Por: Carolina H. Schleger e Janaíne Bergmann